Fragmentos de consciência
Apenas a transcendência me interessa.
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2025
Hoje, 20.02 - dia especial
Onde mais eu poderia estar que não fosse onde se deus (SIC) o início de uma derrocada?
Volto rarefeita, refeita, completa, satisfeita, solitária.
terça-feira, 18 de abril de 2023
domingo, 4 de julho de 2021
Fugir do clichê
Fugir de clichês foi, durante a minha vida toda, a mais significativa palavra de ordem. E eis que num domingo, fim de tarde, estou sentada no sofá da sala, observando o por do sol levemente rosado de um dia de inverno, com um prato no colo, comendo uma fatia requentada da pizza que sobrou de ontem, e com o sentimento enlevado pela série "aparentemente" adolescente chamada Doom at your service.
Estou me sentindo, de certa forma, já no declínio da vida e posso afirmar com toda a segurança que esse quadro-clichê é sinônimo de felicidade. É um sentimento efêmero, mas intenso e real.
sábado, 8 de maio de 2021
Revisitando a mim mesma
São tantos anos sem entrar nesta tela... estou indo com cuidado.
Encontrar com o passado é para os fortes...
sábado, 7 de fevereiro de 2015
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
With you forever in my mind
يا من هواهُ أعّزهُ وأذّلني
كيفَ السبيلُ إلى وصالك .. دُلني
أنتَ الذي حـَلفتني وحـَلفتَ لي
وحـَلفتَ أنك لا تخون .. فـ خـُنتني
وحلفت أنك لا تميل مع الهوى
أين اليمين..؟ وأين ما عاهدتني..؟
تركتني حيران صباً هائماً
أرعى النجومَ وأنتَ في عيشٍ هني
لأقـُعدَنًَ على الطريق وأشتكي
وأقولُ مظلومٌ وأنت ظلمتني
ولأدعون عليك في غسق الدجى
يبليكَ ربي مثلما أبليتني
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Brega egípcio
Fora de casa, tudo é permitido.
Tamally maak
We law hata ba eed any,
Fe alby hawak.
Tamally maak
tamally fe baly we fe alby
Wala bansak
Tamally waheshny,
Low hata akoon waiak.
Tamally maak
We law hata ba eed any
Fe alby hawak.
Tamally maak
Tamally fe baly we fe alby
Wala bansak
Tamally waheshny,
Low hata akoon waiak.
Tamally habibi bashtaklak
Tamally alaya men badlak
We law hawalaya kol el doon
Bardo ya habibi bahtaglak.
Tamally habibi bashtaklak
Tamally alaya men badlak
We law hawalaya kol el doon
Bardo ya habibi bahtaglak.
Tamally maak
Maak alby, maak rohy
Ya aghla habib
Ya aghla habib.
We mahma tekoon baeed any
Le alby areeb.
Ya omry el gai wel hader,
Ya aghla naseeb.
Tamally maak
Maak alby, maak omry
Ya aghla habib
Ya aghla habib
We mahma tekoon baeed any
Le alby areeb.
Ya omry el gai wel hader,
Ya aghla naseeb.
Tamally habibi bashtaklak
Tamally alaya men badlak
We law hawalaya kol el doon
Bardo ya habibi bahtaglak.
Tamally habibi bashtaklak
Tamally alaya men badlak
We law hawalaya kol el doon
Bardo ya habibi bahtaglak.
Tamally habibi bashtaklak
Tamally alaya men badlak
We law hawalaya kol el doon
Bardo ya habibi bahtaglak.
Tamally habibi bashtaklak
Tamally alaya men badlak
We law hawalaya kol el doon
Bardo ya habibi bahtaglak.
Read more: Diab Amr - Tamally Ma'ak Lyrics | MetroLyrics
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
terça-feira, 3 de setembro de 2013
sexta-feira, 26 de julho de 2013
domingo, 2 de junho de 2013
domingo, 26 de maio de 2013
terça-feira, 26 de março de 2013
Manoel de Barros
As coisas que não existem são mais bonitas.
Download de "O livro das ignorãças"
http://comvest.uepb.edu.br/concursos/vestibulares/vest2013/Manuel_de_BarrosO_Livro_Das_Ignoracas.pdf
sábado, 16 de março de 2013
terça-feira, 12 de março de 2013
sábado, 26 de janeiro de 2013
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
sábado, 24 de novembro de 2012
Desajuste
O que devemos fazer
Quando o calor é excessivo
E o vento que refresca é irritante?
Quando o céu nublado nos entristece
e o dia de sol nos convida para o nada?
Quando a fome machuca nosso estomago
e o alimento nos tira a disposição?
Quando entendiados de fazer nada
nos estressamos de tanto trabalho?
Quando nos alegramos com migalhas
e nos matamos pela falta delas?
Quando pedimos a Deus um caminho
e ele nos mostra que já estamos nele?
Quando o calor é excessivo
E o vento que refresca é irritante?
Quando o céu nublado nos entristece
e o dia de sol nos convida para o nada?
Quando a fome machuca nosso estomago
e o alimento nos tira a disposição?
Quando entendiados de fazer nada
nos estressamos de tanto trabalho?
Quando nos alegramos com migalhas
e nos matamos pela falta delas?
Quando pedimos a Deus um caminho
e ele nos mostra que já estamos nele?
domingo, 7 de outubro de 2012
sábado, 1 de setembro de 2012
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Palavras, palavras... para que servem?
"A idade de ser feliz"
Poemas de Mario Quintana
"Existe somente uma idade para a gente ser feliz, somente uma época da vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-los a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.
Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo nem culpa de sentir prazer.
Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor.
Tempo de entusiasmo e coragem em que todo desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO, e quantas vezes for preciso.
Esta idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e tem a duração do instante que passa."
"The age of being happy"
Poems of Mario Quintana
"There is only one age for people to be happy, only a time of life of every person in that it is possible to dream and make plans and have enough energy to carry them out despite all the difficulties and obstacles.
A single age for folks to be enchanted with life and live passionately and enjoy everything with all intensity without fear or guilt of feeling pleasure.
Golden phase in which we can create and recreate the life in our own image and likeness and dress up with all colors and try all the flavors and deliver all loves without prejudice or shame.
Time of enthusiasm and courage in that every challenge is more an invitation to fight that everyone faces with all willing to try something new, again and again, and as many times as necessary.
This age so elusive in life of people is present and has the length of time that passes. "
quinta-feira, 12 de julho de 2012
sexta-feira, 1 de junho de 2012
domingo, 8 de abril de 2012
A casa de hóspedes
O ser humano é uma casa de hóspedes.
Toda manhã uma nova chegada.
A alegria, a depressão, a falta de sentido, como visitantes inesperados.
Receba e entretenha a todos
Mesmo que seja uma multidão de dores
Que violentamente varrem sua casa e tira seus móveis.
Ainda assim trate seus hóspedes honradamente.
Eles podem estar te limpando
para um novo prazer.
O pensamento escuro, a vergonha, a malícia,
encontre-os à porta rindo.
Agradeça a quem vem,
porque cada um foi enviado
como um guardião do além.
Jalaluddin Rumi
Toda manhã uma nova chegada.
A alegria, a depressão, a falta de sentido, como visitantes inesperados.
Receba e entretenha a todos
Mesmo que seja uma multidão de dores
Que violentamente varrem sua casa e tira seus móveis.
Ainda assim trate seus hóspedes honradamente.
Eles podem estar te limpando
para um novo prazer.
O pensamento escuro, a vergonha, a malícia,
encontre-os à porta rindo.
Agradeça a quem vem,
porque cada um foi enviado
como um guardião do além.
Jalaluddin Rumi
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Gratisfeira - In love we trust
Que inveja! Não vou explicar o que é. Nada substitui a beleza das palavras do autor. Aplicar um conceito superior à reciprocidade me dá esperanças de que este mundo ainda tem solução. Quero promover algo igual em Sampa. Aceito ajuda e sugestões, ainda que ninguém vá ler ou se incomodar com este pedido :)
domingo, 8 de janeiro de 2012
Os três sofrimentos humanos
Podemos também observar o sofrimento humano das seguintes perspectivas: sofrimento inerente, sofrimento latente e sofrimento ativo. Ao primeiro - inerente - estamos sujeitos porque estamos vivos. Ao segundo - latente - porque há morte, velhice, bons momentos que chegam ao fim. Ao terceiro - ativo - porque sentimos medo ou impotência diante das transformações constantes que não podemos controlar.
sábado, 7 de janeiro de 2012
Os dois sofrimentos humanos
Ciumento de meu atual envolvimento com o Islam, um amigo me deu de presente um livro sobre Budismo. Tudo o que tenta transportar o homem da brutalidade da vida para uma visão mais confortante, é válido. Não posso negar que refletir sobre o óbvio dá o que pensar. Veja só quão interessante são essas palavras:
Há dois sofrimentos, um interno e outro externo. O interno é parte de nós, como dor física, ansiedade, medo, ciúme, suspeita, raiva etc. O externo é provocado pelo frio, calor, seca, catástrofes naturais, guerras, crimes etc. Não há como evitar nenhum dos dois. Eles são, de fato, parte de nossa vida.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
O sono e a morte
Será o sono uma mostra temporária da morte? Ato solitário, regenerador, prazeroso, terapêutico, cheio de sonhos que percebem uma realidade igual e diferente a um só tempo. Mais intenso, em certos aspectos, do que a vigília. Entramos nele perdendo a consciência desta realidade e ganhando consciência de outra realidade. Algo tem me dito que morrer é parecido com isso. Não há o que temer.
http://www.ratemydrawings.com/drawings/black-white/346260.html
Reintegração do blog
Estou orgulhosa (I'm proud - lol) deste blog porque ele tem se transformado continuamente nesses seus três anos de existência. Gosto de tudo que tem movimento prospectivo. Seu primeiro nome foi "Severidades". Ser severa era uma espécie de compensação para a "mentira virtual" na qual havia surgido uma personagem, desmembrada de meu desespero, chamada Sophia Severo. Quando a Sophia começou a se dissolver e resolveu voltar para a realidade, o blog ganhou o nome de "Fragmentos de identidade cultural". Ela tentava resgatar sua identidade por meio de comparação de diversas culturas estrangeiras e a de seu país, O Brasil. Agora que a transição de Sophia para Marta se completou, o blog passa a esse novo estágio: "Fragmentos de consciência". Centrada novamente, busco ter acesso ao mundo interior, solitário, real e, se possível, transcendente. Espero que o próximo, se houver, seja não mais um fragmento e sim o reflexo de um ser que alcançou a integralidade.

